Testemunhos

Testemunho de Roland

Gabriel Paulino
Escrito por Gabriel Paulino em 6 de março de 2014
Testemunho de Roland

Roland
Meu nome é Roland Patzleiner e eu faço parte da comunidade Filhos do Divino Amor. Por anos, vivo na nossa casa em Medjugorje e servido junto com meus irmãos, na Paróquia de São Tiago com o ministério do canto. Tenho 41 anos e nasci no dia 03 de outubro de 1968 em Bolzano, no norte da Itália . Minha família é de língua alemã, é a nossa cultura austríaca. Eu cresci em uma fé católica e uma família com tradições católicas. A partir da quinta série em diante, eu foi coroinha na minha paróquia por nove anos.

Na escola eu era muitas vezes em diságio, porque eu mal conseguia acompanhar o que os outros estavam fazendo e seguir as matérias. Eu era um pouco introvertido. Em Família faltou o diálogo e não houve oração, exceto as refeições. Assim, eu crescia na escola e entre amigos, Ao 13 anos eu comecei a fumar e beber álcool. Eu foi um dia em uma festa de aniversário onde experimentei pela primeira vez o efeito de bebidas alcoólicas em excesso e aquela a alegria e uma abertura que eu tinha vivido se tornou realidade para mim com um ideal de vida para escapar das coisas que eu não poderia lidar, relacionadas com a sofrimento e sacrifício necessário para crescer e viver a vida.

Quando eu terminei a escola eu deixei de ser coroinha e se afastei dos sacramentos. Minha casa virou um hotel onde eu ia apenas para comer e dormir e minha família tornou-se o chamado pseudo-amigos e companheiros de ruas. A situação interna de instabilidade e fragilidade manifestou-se em mim cada vez mais com a incapacidade de terminar com algo de bom. Álcool e cigarro em pouco tempo tambem provei as drogas leves e, em seguida, todas as outras drogas mais pesadas, mas graça a Deus eu nunca usei as seringas.

Comecei por três veze o 2° grau na escola, mas eu não terminava o final do mesmo ano. Então eu saí da escola e comecei a trabalhar. eu não conseguia resistir mais do que seis ou sete meses em um lugar, então eu tinha que mudar. 14 a 21 anos eu crescia desta maneira, desenvolvendo em mim uma grande fragilidade e inconsistência interior. A música foi para mim um outro elemento importante da minha vida., eu tinha aprendido a tocar guitarra ja de criança. Eu toquei em grupos e seguia os grandes ídolos do rock e heavy metal.

Uma vez em casa com papai e mamãe e eu fiquei com raiva por causa de algo dentro de mim sentia um ódio e uma revolta que, como tantas vezes, eu sai para o meu quarto batendo a porta atrás de mim com a violência se trancava para escutar música alta que perturbando todo o condomínio, as músicas da minha banda favorita, o Krokus, o grupo suíço de Heavy Metal, com este musica os meus sentimento dentro que alimentava eram os sentimentos de revolta. Eu especifiquei o grupo, porque fiquei impressionado que o guitarrista nesse grupo (meu ídolo), depois se suicidou. Estes eram os meus personagens para imitar que eu sentia simpatia, embora eu nunca conheci.

O meu sonho era ser um famoso canto e um guitarrista, virtuoso, e com o uso da drogas e álcool “pacificar e alimentar meu interior”. Este era meu ideal de vida. Quantas horas perdia em nosso ponto de encontro chamado “banco”, e depois de tomar drogas e juntos faziamos um passeio em torno da cidade para fazer bagunça. No meu modo fechado de ser e distorção, crescia sem aprender a comunicar e a descobrir o que é a vida. O outro sexo era para mim somente um objeto de desejo, e muito longe de mim saber o que significava a amá-lo. Os colegas que tinha estavam envolvidos com o espiritismo e se ainda mesmo eu não participava dessas coisas, o mal, no entanto, me ligou e enganava.

As drogas enfraqueciam a minha vontade. Eu não queria nada de específico, apenas eu queria ficar bem e sem fazer nada e tranquilo naquele momento e calmo. Um dia, meu amigo quis me apresentar a um feiticeiro em minha cidade, chamado pelo apelido de “rancor”, mas graças a Deus, eu nunca conheci. Eu me lembro de alguns eventos que aconteceram comigo quando eu era particularmente sob a influência de drogas e um deles é o seguinte: uma noite, eu andei em um beco escuro e estreito que estava perto da casa de um amigo que estava esperando, eu era muito “fora de mim” de repente, eu me tremo só de lembrar dele, me passou um homem alto, esbelto, vestido com um casaco preto, um chapéu e bengala, mas eu não podia ver o rosto dele, depois de um tempo eu o vi ele desaparecer fisicamente e quando se afastou e eu fiquei petrificado.

Só muito mais tarde, após a conversão, eu entendi o significado dessa experiência, entendi, que a vida que levava Satanás caminhava ao meu lado. Com as diferentes experiências do mal, o diabo desejava amadurecer em mim a uma fuga final: o suicídio, porque em momentos de reflexão, não encontrava o sentido da vida.

Fui encorajado por minhas habilidades adquiridas para escapar da realidade, fadiga, dor e da coerente com as doutrinas enviados dos espíritos por meio de Satanás através da música e do meu egoísmo e nao tinha outra solução que a fazer uma grande fuga. Este era solução sutil que estava se desenvolvendo em mim porque é condição de quando uma pessoa está longe de Deus, de si mesmo, sua família e da realidade.

Naqueles anos de trevas meus pais por algum tempo, começou a freqüentar um grupo da Renovação Carismática alemão que tinha vindo a Medjugorje, pela primeira vez. Eles oraram muito por mim, juntamente com os outros. Minha mãe, quando veio a Medjugorje, senti que ele tinha que leva para la, colocou todas as suas esperanças na Mãe celestial.

Marisa Baldessari de Bolzano, organizava sempre um ônibus para Medjugorje cada mês, e muitas vezes minha mãe me disse: “olha Roland Nossa Senhora aparece em Medjugorje, vai!” E eu respondi: “Sim, sim …!” Eu não tinha interesse. Um dia minha mãe com Marisa conseguiram em seus esforços para me levar lá em Medjugorje, porque insistiu muito, e o pouco bom que em mim tinha ainda não poderia recusar, e também disse que a viagem era grátis.

Eu aceitei para fazer finalmente minha mãe calar. Eu me lembro somente que chegando ali não foi para a igreja ou pra colina da aparição, a única coisa que me interessou em 87, foi o tabaco.

voltei para casa e continuei minha vida. Logo, minha situação ficou tão ruim que eu disse no meu coração: “Se não mudar nada na minha vida em breve, eu acabo a vida.” Dez dias depois eu estava em Medjugorje.

Chegando ali, a Mãe celeste me livrou das drogas e outros vícios e comecei a seguir os que fazia os peregrinos. Em Medjugorje, me senti em casa.

Quando eu estava na colina das aparições, e na Cruz Azul, na igreja, quando eu andava por caminhos através dos campos, sentia uma grande paz e amor que me envolvia. Sentia de ser aceito e amado.

Desde o início fiquei impressionado com Jelena Vasilij porque Marisa levava sempre la nos encontros do grupo , e também porque eu gostava tanto do encontro e da moça que era doce e bonita e exalava algo de especial. Era a experiência que mais ajudou-me na vida espiritual, e na vida de minha fé a de oração comunitária foi o programa da Igreja de Medjugorje, em seguida, os dos grupos de oração e da comunidades. Eu senti uma força que me ajudou a superar muitas coisas que poderiam ter impedido a abertura do meu coração com a graça.

Após a peregrinação que fiz procurei a primeira tentativa de mudar a minha vida. Voltando para casa, no entanto, logo após que encontrei com os amigos, cai outra vez a usar drogas . Precisava tanta graça para poder sair de novo e era impossível sem deixa o ambientes que vivia e sem Medjugorje. Assim, novamente, minha mãe conseguiu me convencer a ir a Medjugorje, mas não queria deixar as droga leve porque eu estava hiperconvencido que drogas leves não era algo tão ruim e grave, e uma pessoa podia usar e viver normalmente. Mas na realidade não é assim como eu pensava.

Foi exatamente aquele dorga leve que enfraquecia a minha vontade e a vida espiritual, como resultado, de não ser capaz de lutar e dizer não ao mal . Para me fazer compreender isso, a Mãe do Céu me fez finalmente entender : no momento em que eu estava indo a Medjugorje, eu decidi preparar as drogas levando no bolso para a viagem e uma pequena quantidade de drogas para levar comigo para aqueles dias.

Meus pais me levou para lugares onde era peregrinaçãoe minha mãe sempre esperou até que o “ônibus não tinha partido, porque ela tinha medo que eu descesse no último momento do ônibus e desapareceria por vários dias. Eu era capaz de fazê-lo.

Eu tinha escondido no bolso interno do paletó os pacotes com o fumo e as outras coisas e eu coloquei no casaco no banco do ônibus onde eu estava sentado. Não tinha outros jovens nessa peregrinação: somente pessoas de idade. Deixando Bolzano, eu não via a hora que nós chegamos na alfândega entre a Itália e a Áustria, para fumar a droga e relaxar a longo na viagem.

Uma vez lá, com calma, coloquei as mãos na minha jaqueta sai rum momento do ônibus e fiquei escondido em um lugar isolado. Passei minha mão no meu bolso e não encontrou mais a caixa. Eu levei um susto: Eu olhei agitado em todo o casaco, mas nada.

Eu corri para o ônibus e olhei embaixo do assento poderia ter caído em todos os lugares, mas nada. Ninguém poderia ter roubado ou pelos seguintes motivos: 1° ninguém sabia sobre isso, nem mesmo a minha casa, 2. Ninguém no ônibus poderia estar interessado naquele material.

Então naquele momento uma explosão aconteceu em mim com tanta força que assustei-me, porque em toda minha vida eu nunca havia experimentado a violência tão forte dentro de mim. Eu absolutamente não reconhecia e declaro que as substâncias, que eu experimentei, não eram tão forte para provocar tal reação como aquele naquele momento. Eu decidi dentro de mim para voltar em casa, porque era um toxico dependente tão forte de drogas que eu vi com os olhos da minha mente a gaveta dentro do bloco de coisas que eu tinha em casa, coberto com papel alumínio e queria voltar para casa. Mas estávamos em Val Pusteria, era meia-noite e não havia tráfego, os trens não estavam passando naquele momento.

Não se pode descrever como foi essa viagem. Chequei em Medjugorje e me acalmei, comecei a ter consciência. Nessa viagem, tive uma libertação que terminou com uma longa confissão com o padre Philip OFM, que esteve aqui em Medjugorje e falava Inglês. :

Ajudou-me em fazer-me perguntas na confissão sobre ocultimos ou sobre o que eu fiz e que eu tinha feito, e eu lembro de ter chorado muito e por muitos dias sem saber exatamente por quê.

Foi então que a viagem de regresso, disse Marisa: “Eu não quero ir voltar casa e estar bem por uma semana e, em seguida, cair outra vez no passado” e perguntei o que significavam as palavras de Maria Rainha da Paz: “Decidam por Deus”, que repetia continuamente em mim . Aceitando a Ela, o Senhor me deu a mas grande graça de desejar de começar a rezar um rosário por dia e ir à missa todos os dias. A maior graça , para mim foi e um ato heróico, foi deixar os colegas com quem eu cresci na música e drogas.

Foi difícil, porque eu queria ter relacionamentos saudáveis, comecei a experiência em Medjugorje. O tempo de provações, a solidão, não demorou muito. Então, a Mãe do Céu me fez conhecer o meu primeiro grupo de oração na Igreja dos Três Santos em Bolzano, onde encontrei outros amigos reais.

O coração se encheu de admiração e gratidão, quando você é incapaz de compreender a infinita bondade e amor com que Deus, através de Maria, prepara os seus desígnios providenciais para nossa salvação. Fui confiado as orações de um padre que eu tinha visitado com a minha família, em Pádua, muitos anos antes da minha conversão, Pater Leo Haberstroh. A Igreja dos Três Santos em Bolzano não é a minha paróquia, mas eu comecei o meu caminho de conversão, na capela da igreja e eu sempre me perguntei por que o Senhor me fez vir aqui. Poderia ser a minha paróquia ou em algum outro lugar, mas eu senti um calor forte na capela.

O padre naquele tempo era tão forte e bom, me ajudou muito, se chamava Padre Augusto e era um missionário no Brasil. Eu, como mencionado, desejava ser capaz de testemunhar como Deus operou por meio de Nossa Senhora , o quão importante é a fé e como é importante para responder a chamada de Maria Rainha da Paz na própria vida e as dos outros e acreditar que nossas orações e os nossos sacrifícios são importantes, mas muitas vezes não vemos os frutos.

Mãe Celestial, em Fátima, disse: “Muitas almas vão para o inferno, porque ninguém que reza e fazer sacrifícios para eles.” Em Medjugorje continua a chamar para a oração e o sacrifício: “Sem as vossas orações não posso realizar aquilo que desejo .”

O sacrifício e a oração, daquele sacerdote, juntamente com a dos meus entes queridos e aqueles que Deus escolheu para usar para minha salvação, fez com que eu poderia sair de uma situação onde eu não podia sair sozinho porque o mau me prendia , encarcerado, e tinha inibido as faculdades necessárias a uma resposta livre e voluntária ao amor de Deus ea sua salvação.

Eu consegui entender essa realidade no dia em que eu encontrei livrinho pequeno com imagem daquele padre, que descrevia muito brevemente sobre sua vida e contava que ele era o promotor e líder do grupo de oração do rosário em Bolzano, próprio na capela dos Três Santos, iniciado em 1982, após o início das aparições de Medjugorje.

Salve Maria!

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