Testemunhos

Minha razão para ir até Medjugorje

Gabriel Paulino
Escrito por Gabriel Paulino em 6 de março de 2014
Minha razão para ir até Medjugorje

Testemunho de Diana M. Pullen - Estados UnidosDesde a primeira vez que ouvi falar da história de Medjugorje, eu tinha a esperança de algum dia ter a chance de visitá-la. Contudo, quando finalmente se aproximava a oportunidade de ir até Medjugorje, me vinham muitas razões porque eu não podia ou não devia ir. Primeiro, as razões que pensava que não devia ir.

Eu tinha ouvido histórias sobre Medjugorje de minha mãe, que tinha estado lá, e de diversos livros que eu tinha lido. Em minha mente, era um local especial onde as pessoas eram curadas, tanto fisicamente quanto espiritualmente. Neste momento particular da minha vida, eu era afortunada o suficiente para sentir que não necessitava de nenhuma cura. Minha saúde estava ótima, eu acreditava em Deus, eu ia para a igreja e rezava todas as noites. Eu já tinha sido abençoada com uma vida muito feliz. Então porque eu deveria ir até Medjugorje quando tantas outras pessoas necessitavam ir mais do que eu?.

Agora as razões que eu não devia ir. Tempo e dinheiro. Eu não tinha dias de férias suficientes neste ano e a viagem iria custar mais dinheiro do que eu tinha disponível naquele momento. Bem, meu chefe sem entender completamente o significado que tinha esta viagem para mim, me disse para tirar os dias extras que eu necessitava. Ok. Tempo não era mais problema. Na mesma semana, eu recebi um bônus do meu trabalho e minha restituição do imposto de renda. O. Dinheiro não era mais um problema. Minha mãe me disse: “Se existe um sentido em você ir até Medjugorje, ele irá acontecer”. Bem, agora que eu não tinha mais razões de não dever ir, eu tomei isto como um sinal que talvez significasse que eu devesse ir – muito embora eu não tivesse ainda certeza do motivo.

Nas semanas que antecederam a minha viagem até Medjugorje, eu pensei muito sobre o que eu iria experimentar lá. Eu ainda tinha um forte sentimento que devia ter uma razão para eu ir. Então eu comecei a pensar sobre as outras pessoas que precisavam ir mais do que eu. Talvez ao contrário de pedir coisas para mim mesmo, eu devia levar os pedidos das outras pessoas. Então eu comecei a pensar sobre todas as pessoas de minha vida e as coisas que as fariam suas vidas melhores. Eu vim com muitos pedidos, mas me concentrei em três deles e eu fui tocada particularmente por um deles. Era a história de Audra.

No primeiro ano que eu trabalhava em minha empresa, eu fiz amizade com uma colega, Noemi. Nós frequentemente sobre o que acontecia em nossas vidas e os problemas com os quais estávamos lidando. Um dos problemas mais doídos de Noemi tinha acontecido com sua filha de sete anos, Audra. Quando Audra tinha quatro anos, ela foi atingida por um carro enquanto estava atravessando a rua. Ela teve sorte de sobreviver, mas ela sofreu um dano grave em uma de suas pernas. Nos próximos três anos de sua vida, Audra sofreu com cirurgias, gessos e sessões de fisioterapia. A última cirurgia que fez em 1995 que se proponha a corrigir o andar coxo que tinha pelo fato de suas pernas terem ficado de tamanho diferentes. Após a cirurgia, Audra ficou com gesso por nos quais ela não podia ir até a escola ou se movimentar sozinha. Sua mãe Noemi agonizou com sua pequena filha que tinha dor, cansaço e desencorajamento. Elas sofriam juntas.

Quando o gesso finalmente foi retirado, um novo problema foi descoberto. Sua perna foi fixada impropriamente e e Audra não ficou completamente reta. Ela passou a fazer uma terapia que lhe causava muita dor para tentar resolver o problema. Os médicos já falavam em uma nova cirurgia e um novo gesso. Era quase verão e tudo o que Audra queria era ser capaz de correr e brincar do lado de fora com os seus amigos e a idéia de um novo gesso a arrasou.

Ouvindo tudo isto de Noemi me disse muito tristemente, eu freqüentemente rezava por ela. Quando eu decidi que elas seriam um dos meus pedidos especiais que levaria até Medjugorje, eu me questionei se eu diria ou não a Noemi o que eu estava fazendo. Eu não sabia qual seria a reação dela para a história de Medjugorje ou quais eram a suas crenças religiosas e não queria que ela pensasse que eu fosse louca. Após muito pensar, eu decidi que contaria a ela.

Contei a história de Medjugorje para ela e os milagres que acontecem ali. Disse que rezaria por ela e por Audra enquanto estivesse lá e eu colocaria como um pedido especial para a Mãe Bendita. Noemi ficou muito grata e pensativa sobre isto.

Minha experiência em Medjugorje foi mais gratificante e esclarecedora do que eu esperava. Eu aprendi muito sobre a minha religião, e como eu estava em falta com a minha vida espiritual. Enquanto eu estava lá, eu também rezei por meus pedidos especiais. Acendi velas por elas do lado de fora da igreja de São Tiago, pensei neles todo o tempo em que rezava o Rosário e os escrevi para que fossem levados para a aparição na casa de Vicka. Eu trouxe muitos presentes como um pequeno terço em cristal rosa de bolso. Este terço tinha sido abençoado por diversos padres e por Nossa Senhora durante uma aparição para a vidente Vicka e o trouxe para dá-lo a Audra.

Quando retornei ao trabalho na quinta-feira após minha viagem, Noemi estava fora do escritório. Quando ela finalmente retornou, eu disse a ela sobre a minha experiência e dei o terço a ela. Noemi ficou muito agradecida e disse que daria a Audra naquela noite.

No outro dia, quando cheguei no trabalho, recebi uma mensagem de Noemi. Ela dizia: “Audra ficou muito agradecida. Ela disse que suas orações devem ter funcionado. Eu não podia acreditar. Eu tenho que contar a você sobre isto”. Quando Noemi chegou no trabalho ela veio me contar a sua história. Na noite anterior, ela chegou em casa e estava sentada com seu marido, quando Audra veio correndo na frente da porta gritando: “Mamãe, Mamãe. Olhe para a minha perna!”. Ela estava quase completamente reta e Audra não sentia qualquer dor. Noemi perguntou a ela o que tinha acontecido e Adura disse que não sabia, exceto que tinha notado que a perna estava reta e que não doía. Noemi estava em choque, não somente pelo que tinha acontecido com a perna de Audra, mas porque ela tinha ouvido falar sobre Medjugorje. Ela esperou até tarde da noite para dar a Audra o terço e dizer a ela sobre as minhas orações por ela. Audra ficou agradecida e verdadeiramente convencida que as orações fizeram a sua perna melhorar. Ela disse a Noemi que iriam rezar juntas todas as noites e se a sua perna começasse a doer, ela iria colocar o seu terço no local até se sentir melhor.

Na próxima visita ao fisioterapeuta, eles ficaram impressionados que a perna de Audra diminuiu de um ângulo de 30 graus para um de 10 graus tão rapidamente. Eles consideravam uma diminuição de apenas 5 graus uma completa recuperação e disseram que isto só seria possível com outra cirurgia e anos de fisioterapia para alcançar. Eles não podiam explicar uma melhora tão rápida.

Eu posso explicar isto: milagres. O milagre da perna de Audra trouxe um milagre maior para todos aqueles que foram tocados – a realização da importância e da força de Deus.

Finalmente eu encontrei a minha razão para ir até Medjugorje.

Nota do editor: Diana vive em Bartlett, Illinois, Estados Unidos. A sua história aconteceu em 1996. Diana nos contou recentemente: a perna de Audra está curada. Ela não precisou de mais cirurgias e tem todos os tipos de movimentos, mesmo que os médicos tenham predito que ela não os teria!

Salve Maria!

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